quinta-feira, 12 de agosto de 2010

História Assustadora


Tenho uma amiga, que por segurança, vou chamá-la aqui de Js. Mas jamais poderia dexar de escrever essa terrível história macabra:
Foi num sábado pela noite, ela havia ido pra minha casa dormir comigo. Meu esposo havia viajado e eu inocentemente a convidei pra passar o final de semana em minha casa. Assistimos filmes, conversamos, e fomos dormir. Por volta das 02:30 da madrugada, ouvi um barulho que me fez acordar. Olhei ao lado, e ela não estava na cama. Decidi ir ao banheiro procurá-la. Mas não havia ninguém. Comecei a chamá-la. NADA. Procurei por toda casa e enfim decidi procurá-la na rua. Ela estava sentada, sozinha, de camisola, falando umas coisas estranhas bem no mei da rua. Gritei por ela. Parecia que não me ouvia. Me senti num filme de terror. Quando cheguei perto, ela me segurou pela mão e saiu me puchando com uma força que eu jamais poderia imaginar. Gritei, esperniei, de nada adiantava. Paramos de frente a uma casa. Era uma antiga casa, já em pedaços, que não morava ninguém. Disso eu sabia porque a situação era tão precária que todos tinham medo até de entrar. Não havia telhas e os blocos caiam com facilidade. Foi quando ouvi gritos vindo de dentro e risadas de crianças. Me arrepiai e quis correr, mas fui logo impedida pela Js. Daí ouvi sons de pessoas andando apressadas, pás retirando metralhas, tijolos caindo, foi horrível! De repente toda aquela barulheira cessou, o silencio era pesado quase palpável, quase dava pra ouvir as batidas do meu coração. Olhei pra Js e ela continuava com o rosto intocável, pálida, e olhava fixamente pra dentro da casa. Como se alguém passasse entre nós, senti um sopro quente e uma voz masculina vindo lá de dentro da casa: ME AJUDE! E as risadas das crianças voltavam novamente mais forte. Gritei: Js, vamos embora daqui!!! Ela pálida, desfaleceu e quase caia no chão.A segurei e comecei a puxá-la de volta pra casa. Ouvi um estrondo como se algo tivesse caido dentro da casa assombrada, e a voz rouca do homem voltava a pedir ajuda. Senti um sopro perto do meu pescoço e a risada de uma criança, olhei em volta, e nada. Com muito esforço e imensurável terror consegui chegar em casa. Pus Js desmaiada na cama e fiquei até o amanhecer sem conseguir dormir. Quando Js acordou não lembrava de nada, mas até hoje não tenho coragem de passar de frente a casa assombrada. Prefiro fazer a volta no quarteirão.

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