quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Leia se tiver coragem

a história conta a lenda de uma foto. é assim: existem 20 fotos, de uma família, que são passadas de gerações para gerações. Essas foto sessão reeditadas,e as vezes refotografadas, do mesmo estilo, mudando apenas a família. diz a lenda que se um dia você encontrar uma foto que tenha 15 membros de uma família (7 na frente e 8 atrás)e um cachorro grande nela,você estará dentro da profecia da "Foto reveladora" A partir desse dia, nos lugares que você frequentar, vão acontecer revelações, a você, você passará a ver coisas que nunca viu antes, e a comunicar-se com outros seres, de outra dimensão. Se o contato for muito grande e com muita frequencia, você vai pode enlouquecer. estranho, não?

História Assustadora


Tenho uma amiga, que por segurança, vou chamá-la aqui de Js. Mas jamais poderia dexar de escrever essa terrível história macabra:
Foi num sábado pela noite, ela havia ido pra minha casa dormir comigo. Meu esposo havia viajado e eu inocentemente a convidei pra passar o final de semana em minha casa. Assistimos filmes, conversamos, e fomos dormir. Por volta das 02:30 da madrugada, ouvi um barulho que me fez acordar. Olhei ao lado, e ela não estava na cama. Decidi ir ao banheiro procurá-la. Mas não havia ninguém. Comecei a chamá-la. NADA. Procurei por toda casa e enfim decidi procurá-la na rua. Ela estava sentada, sozinha, de camisola, falando umas coisas estranhas bem no mei da rua. Gritei por ela. Parecia que não me ouvia. Me senti num filme de terror. Quando cheguei perto, ela me segurou pela mão e saiu me puchando com uma força que eu jamais poderia imaginar. Gritei, esperniei, de nada adiantava. Paramos de frente a uma casa. Era uma antiga casa, já em pedaços, que não morava ninguém. Disso eu sabia porque a situação era tão precária que todos tinham medo até de entrar. Não havia telhas e os blocos caiam com facilidade. Foi quando ouvi gritos vindo de dentro e risadas de crianças. Me arrepiai e quis correr, mas fui logo impedida pela Js. Daí ouvi sons de pessoas andando apressadas, pás retirando metralhas, tijolos caindo, foi horrível! De repente toda aquela barulheira cessou, o silencio era pesado quase palpável, quase dava pra ouvir as batidas do meu coração. Olhei pra Js e ela continuava com o rosto intocável, pálida, e olhava fixamente pra dentro da casa. Como se alguém passasse entre nós, senti um sopro quente e uma voz masculina vindo lá de dentro da casa: ME AJUDE! E as risadas das crianças voltavam novamente mais forte. Gritei: Js, vamos embora daqui!!! Ela pálida, desfaleceu e quase caia no chão.A segurei e comecei a puxá-la de volta pra casa. Ouvi um estrondo como se algo tivesse caido dentro da casa assombrada, e a voz rouca do homem voltava a pedir ajuda. Senti um sopro perto do meu pescoço e a risada de uma criança, olhei em volta, e nada. Com muito esforço e imensurável terror consegui chegar em casa. Pus Js desmaiada na cama e fiquei até o amanhecer sem conseguir dormir. Quando Js acordou não lembrava de nada, mas até hoje não tenho coragem de passar de frente a casa assombrada. Prefiro fazer a volta no quarteirão.

História assustadura - Macabra


Uma mulher de 43 anos, já com filhos, conseguiu esconder da família nova gravidez. Na terça-feira de manhã, escolheu um local isolado, perto da sua residência, na Jardia, freguesia do Alto do Estanqueiro, Montijo. Forçou o parto, e mal conseguiu ver a cabeça do bebé, pegou num cordel e sufocou o próprio filho. Apertou tanto, que acabou por decapitar o bebé, empurrando o resto do corpo para o interior do útero. Poderá agora vir a ser constituída pelo crime de infanticídio.

Familiares depararam-se com a mulher prostrada no quintal de casa, perto de um lagar de vinho.
A gravidade do estado de saúde da mulher obrigou a que fosse, de imediato, transportada para o Hospital do Montijo, e posteriormente transferida para o estabelecimento hospitalar do Barreiro.
Depois de ter sido confirmada a gravidez, a mulher foi atendida por uma equipa de médicos e enfermeiros obstetras. A gravidade da situação desenhou-se em poucos minutos, já que dentro do útero da parturiente foi encontrado um feto sem cabeça.
O Ministério Público do Barreiro foi, como é de lei, informado da macabra situação. Assim que se encontrou em condições de falar, a mulher informou ter deixado a cabeça do filho numa residência em Sarilhos Grandes.
O procurador da Comarca do Barreiro de serviço ordenou a uma equipa de militares do Núcleo de Investigação Criminal (NIC) da GNR do Montijo que se deslocasse ao local indicado pela mulher.
No entanto, a informação avançada acabou por não se confirmar. Por indicação de moradores na zona, a equipa do NIC do Montijo foi redireccionada para a nova residência da mulher, na Jardia.
A macabra descoberta foi confirmada neste local. A cabeça do bebé foi encontrada perto do local do parto, guardada num saco de plástico. A Polícia Judiciária de Setúbal foi chamada pela GNR que, a partir daí, só preservou a prova.
A mulher mantém-se internada, sem correr risco de vida. Assim que tiver alta, pode ser presente a um juiz e ser constituída arguída e acusada do crime de infanticídio.

PORMENORES
CORDEL
A arma do crime foi encontrada pela GNR perto do saco onde estava guardada a cabeça. Trata-se de um cordel grosso, usado pela mulher para dar várias voltas à cabeça do filho. A força aplicada foi tanta, que a cabeça do feto foi cortada.
INFANTICÍDIO
Fonte judicial disse ao CM que a mãe do bebé morto poderá, caso o Ministério Público do Barreiro entenda haver prova, ser indiciada de infanticídio. O crime está previsto no artigo 136 do Código Penal, e tem uma moldura penal até cinco anos de cadeia.
GRAVIDEZ
Mãe de vários filhos, a mulher conseguiu, durante nove meses, esconder da família uma gravidez que claramente não desejava. Ao que o CM apurou, ninguém sequer suspeitou do crescimento do feto. No fim do período de gestação, e já acometida por dores de parto, a mulher terá escolhido um local pouco frequentado e afastado dos olhares alheios para se livrar do filho indesejado.

Miguel Curado - correio da manhã